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Visão Política

Porque a política têm que ser feita de verdades!

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30.Abr.20

O que Trump fez na economia dos EUA? | Opinião

Especialistas condenam 'injeção de desinfetante' sugerida por ...

Um dos grandes erros é julgar políticas e programas pelas suas intenções e não pelos seus resultados.

- Milton Friedman

O problema é geral: a comunicação social passa, o povo acredita! Questiono-vos, conhecem o impacto económico que o governo de Trump teve na economia Americana? 

A Covid-19 tem sido mais um teste aos países e Donald tem gerido, ainda assim melhor que outros países. O PIB desceu, seria praticamente impossível que não acontecesse, mas analisemos antes do novo Coronavírus.

O grande período de expansão anterior ocorreu durante a presidência de Bill Clinton até a crise das empresas pontocom, em 2001. Os frutos da recuperação atual são evidentes: a taxa de desemprego é a mais baixa em meio século, os salários aumentam, a moradia vale mais do que antes da Grande Recessão, a inflação é baixa e a confiança mantém-se sólida. Os nomes de Barack Obama e Donald Trump ficarão assim unidos para sempre na história económica. Mas este período de recuperação, o mais longo da história dos EUA, caracteriza-se também por ser mais lento e desigual que em ciclos anteriores.

Para tentar a sua continuação no posto da liderança da maior potência do planeta, Donald Trump trará à memória a sua passagem, principalmente económica, nesses dois primeiros anos de administração. Os números favorecem o norte-americano. A taxa de desemprego do país é de 3,7%, a menor desde 1967.

Só em 2017, a taxa de crescimento do PIB foi de 2,3%, em 2018, no segundo trimestre, ela chegou a 4,1% e em 2019, o FMI estima 2,7%.

Gráfico

Para o presidente dos Estados Unidos, um dos segredos desses números foi a reforma tributária promovida pela sua administração. Um estudo da Heritage Foundation alega que nos próximos dez anos o contribuinte deixará de pagar em impostos 26 mil dólares. Uma única pessoa poderá não pagar em tributos, só em 2018, 1.400 dólares, e para uma família de quatro pessoas o valor pode chegar a 2.900 dólares

O grande período de expansão anterior ocorreu durante a presidência de Bill Clinton até a crise das empresas pontocom, em 2001. Os frutos da recuperação atual são evidentes: a taxa de desemprego é a mais baixa em meio século, os salários aumentam, a moradia vale mais do que antes da Grande Recessão, a inflação é baixa e a confiança mantém-se sólida. Os nomes de Barack Obama e Donald Trump ficarão assim unidos para sempre na história económica. Mas este período de recuperação, o mais longo da história dos EUA, caracteriza-se também por ser mais lento e desigual que em ciclos anteriores.

Empregos e salários

O discurso de Trump nas Nações Unidas também destacou que o desemprego nos Estados Unidos se encontra no menor patamar em meio século e que, nos últimos três anos, 6 milhões de americanos conseguiram recolocar-se no mercado de trabalho.

Em agosto, a taxa de desemprego chegou a 3,7%, o mesmo nível registado 50 anos atrás, em setembro de 1969. Na medição de setembro, houve nova queda e o desemprego chegou a 3,5% – igualando a baixa histórica do indicador em meio século (registada em novembro e dezembro de 1969).

gráfico de desemprego

O avanço da remuneração média por hora avançou durante todo o ano de 2018, chegou a 3,4% em fevereiro deste ano, mas tem desacelerado desde então e encontra-se em 3,23%.

Descontando a inflação, a renda cresceu em termos reais 1,5% nos 12 meses até agosto, de acordo com as estatísticas oficiais.

A renda domiciliar também tem avançado em ritmo menor nos últimos anos.

Em 2018, o rendimento médio domiciliar foi de US$ 63.179 por ano, estatisticamente semelhante ao registrado no ano anterior – o primeiro período de estabilidade após três anos de crescimento.

Gráfico

Após análise, espero que não julguem Trump pelo que diz a imprensa. 

(Pedro Silva)

 

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